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40% das Indústrias brasileiras relatam falta de matéria prima: Importação como Solução

Consumo de aço em 2021 cresceu 23% e indústrias relatam falta do produto. Agora discutimos se medidas de apoio às importação de aço podem ser uma solução para a escassez.
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O ano de 2021 foi marcado por medidas de flexibilização das medidas de restrição social criadas a fim de restringir a circulação do Covid-19. No entanto, mesmo com esse retorno gradual e constante, as indústrias brasileiras ainda sofrem para recuperar o fôlego, dessa vez em virtude da falta de matéria prima, discutindo-se a viabilidade de aumento da importação de aço.

Dados do levantamento divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta semana apontam que quatro em cada dez indústrias brasileiras relatam escassez de insumos essenciais para a continuidade da cadeia produtiva e, portanto, são obrigadas a reduzir o volume de fabricação.

Os insumos mais importantes para a indústria brasileira são o aço e o plástico, segundo a pesquisa. E ambas as matérias-primas estão em falta no país. 

Algumas atividades são mais afetadas do que outras pela falta de matéria-prima no Brasil, segundo a pesquisa da FGV. É o caso das indústrias de bens duráveis, responsáveis pela produção de eletrodomésticos e automóveis, por exemplo.

Neste grupo, 70,1% das indústrias relatam escassez de insumos fundamentais para a continuidade produtiva – sete em cada dez fábricas.

A indústria siderúrgica do país encerrou o ano passado com desempenho dentro do previsto, com forte crescimento em volume produzido de aço bruto, de venda interna e consumo aparente, apesar da desaceleração dos indicadores no último mês do ano. Os dados são do Instituto Aço Brasil.

O desempenho mostrou-se também robusto nas vendas internas, que somaram 22,4 milhões de toneladas, 15% acima do volume de 2020. No ano da pandemia, o setor afetado no segundo trimestre, porém registrou forte venda de aço a partir de julho.

Também registrando recorde desde 2013, o consumo aparente (vendas locais mais importação) de produtos siderúrgicos foi de 26,4 milhões de toneladas, uma expansão de 23,2% na comparação com o ano anterior.

Foi um ano também de grande importação de material acabado — 5 milhões de toneladas, registrando crescimento de 144,1% ante o volume de 2020.

Com aumento da produção de aço no ano e acomodação da demanda doméstica — que ficou abastecida a partir de meados do ano com oferta interna e maior entrada de material estrangeiro —, as exportações voltaram a crescer. O volume do ano subiu quase 4%, somando 11 milhões de toneladas. Em divisas, somaram US$ 9,3 bilhões, maior 76,7%, beneficiadas pelo aumento dos preços no mercado internacional.

No quesito exportação, o Brasil voltou a embarcar mais produtos ao exterior, com a acomodação da demanda interna. Em dezembro, os volumes cresceram 74,9%, com 1,3 milhão de toneladas. Isso gerou divisas de US$ 1,2 bilhão — alta de 167,4% na comparação com mesmo mês de 2020.

As importações se mantiveram em expansão no mês, atingindo 309 mil toneladas, o que mostrou aumento de 49,9% sobre um ano antes.

Segundo informações do setor, há ainda muito material armazenado em portos brasileiros aguardando desembaraço alfandegário para ser liberado ao mercado interno. Isso deve ocorrer ao longo de 2022.

É possível ainda que novas medidas de incentivo à importação sejam tomadas por parte do Governo Federal, como através da redução da alíquota de importação para determinados produtos. 

Como já vimos: a Demanda por aço deve continuar aquecida (xpoents.com.br)

E com Com alta de preços no mercado interno, empresários recorrem a importação de aço (xpoents.com.br).

Mas que você deve saber como importar aço maximizando seus lucros: Saiba Como Importar Aço e Maximizar Seus Lucros – Xpoents

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Sobre Cícero Costa
Cícero Costa é advogado tributarista, professor de direito tributário, especialista em direito tributário pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tributários, com MBA em negociação e tributação internacional e palestrante. Sua atuação prática em mais de 15 anos de experiência fizeram de Cícero um dos maiores especialistas em precatórios e importação em Alagoas.
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