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Indústria têxtil estuda maior importação de algodão em mais de 20 anos

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A indústria têxtil diz que está preocupada com a oferta de algodão no País e, por isso, estima elevar a importação da matéria-prima em uma escala que não acontecia desde os anos 1990.

Segundo o presidente da Abit (associação dos fabricantes), Fernando Pimentel, o cenário foi influenciado pelo clima e pela substituição do algodão por outras culturas, como milho e soja, que estavam mais remuneradas.

“Mesmo tendo estoque, ficaríamos super justos, o que poderia levar à necessidade de importar, coisa que a indústria brasileira não faz há muitos anos”, afirmou o executivo.

Pimentel disse que os preços já estão pressionados pelas cotações internacionais e o câmbio, mas os outros custos, como energia, embalagens e frete, que também subiram, agravam a situação. “Preocupa faltar algodão no momento da retomada do setor na pandemia.”

Além disso, o presidente da Abit informou que, das três milhões de toneladas colhidas no Brasil anualmente, a indústria têxtil nacional consome cerca de 700.000 toneladas e o restante é exportado. Segundo ele, neste ano, o setor deve ter 500.000 toneladas à disposição, provavelmente de qualidade inferior.

 

Fonte: SNA

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Sobre Cícero Costa
Cícero Costa é advogado tributarista, professor de direito tributário, especialista em direito tributário pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tributários, com MBA em negociação e tributação internacional e palestrante. Sua atuação prática em mais de 15 anos de experiência fizeram de Cícero um dos maiores especialistas em precatórios e importação em Alagoas.
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